Capítulo 2, artigo 2 – Xenófanes

Xenófanes (570 a 480 AC)

Fundou uma escola em Elea. Seu monismo não é inteiramente rígido, pois não nega todo o devir e admite certa multiplicidade, ao menos relativa. Pode ser chamado de o teólogo da escola eleata porque é o primeiro que ensina a unidade e a imutabilidade de Deus: “Há um só Deus, o supremo entre todos os deuses e os homens”. Desta forma, esta estrita doutrina se baseia num fundamento falso, ou seja, em seu monismo racionalista onde tudo é uno e imutável e que Deus é o próprio mundo. Entretanto, por outro lado, crê que a água e a terra nascem e passam.

Repele a transmigração das almas defendida pelos pitagóricos. Há uma passagem citada onde provoca um pitagórico que pegava um cachorro: “Largue-o, porque é a alma de um homem querido”.

Obs.:  o melhor site que achei sobre Xenófanes está em Portugal, Forum Filosofia, onde também pesquiso e aconselho a inscrição.

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